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Sediada em São Paulo e formalizada em 2019, a Boca de Lobo, por meio de seu diretor geral, Fabio Giorgio*, há mais de vinte anos vem produzindo shows, eventos musicais, palestras e exibições de curta metragem por todo o Brasil, além de elaborar e editar conteúdo para rádio, publicações, internet, pesquisas culturais e realizações audiovisuais. A mais recente empreitada é a criação de seu selo fonográfico, cuja estreia se dá com o lançamento – inicialmente em CD com show no Sesc Pompeia em 30 de maio – do álbum Escumalha, de Douglas Germano, compositor representado pela produtora.

Entre outros nomes, artistas e bandas como Ednardo, Fausto Fawcett, Patife Band, Edvaldo Santana, Neuza Pinheiro, Denise Assunção, Robinson Borba, Paulo Meyer & The Thunderheads, Mazinho Lima – Velho Maza e Lula Barbosa já tiveram shows sob os cuidados da produtora.

Além de Douglas Germano, atualmente a Boca de Lobo representa Odair Cabeça de Poeta, Bernardo Pellegrini, Osni Ribeiro, Fernando Pellon, Sérgio Arara e a banda Associação Livre Invisível.

Para breve, em LP e CD, está prevista a edição comemorativa de 10 anos do álbum O retrato do artista quando pede, do Duo Moviola, também representado pela empresa.

E virá muito mais ainda em 2019.

Aguardem!



*Fabio GiorgioEscritor, autor de Na BOCA do BODE – Entidades Musicais em Trânsito; pesquisador musical; produtor cultural, fonográfico e audiovisual, dirigiu Beleléu Cá Entre Nós – Itamar Assumpção antes do Nego Dito. Também editou o zine Toxina F.C. e corroteirizou e coapresentou o programa Risco no disco, na USP FM. Nasceu e vive em São Paulo.

Boca de Lobo é ação cultural e não ação. Difusão e escoamento. Sons, textos, imagens (não necessariamente) em desordem. Reflexão e vigília. Vigor e malemolência. Resistência e desbunde. Insurreição e beleza. O corpo no asfalto e as garras cravadas no subsolo. Mentes em revolta. Uma parte encrenca. Outra, zombaria. Gestos expressivos e descarte. Uivo e silêncio. Fome e jejum. Tudo. Nada.